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Se você não avança na carreira, não é culpa sua. É de quem veio antes de você

Se você não avança na carreira, não é culpa sua. É de quem veio antes de você! E quero te dizer que você não está só!

As mulheres compõem entre 40% e 50% da força total de trabalho. Mas apenas 17% a 21% chegam a posições de liderança, quando geralmente tem ajuda para subir para o próximo nível. Ainda assim apenas 5% sobem para o c-suite ou Conselho. O caminho é frustrante. Nós nos preparamos para avançar, somos geralmente mais qualificadas, mas nem sempre conseguimos o resultado que esperávamos (na verdade, merecíamos).

 

Há diversas razões para isso – de históricas a culturais, passando por filosóficas. Mas o que importa mesmo é que, no final das contas, você fica presa numa camada da bolha onde não consegue ter acesso a oportunidades reais de mostrar a que veio, a exercer seu potencial e se sentir satisfeita com sua carreira.

Não tem apoio suficiente para ter a clareza necessária sobre os próximos passos a serem dados, não compreende com precisão o por quê não está sendo reconhecida adequadamente e, até, deve sentir que não tem a confiança necessária por parte da organização para poder subir. Também pode estar acontecendo de você ter que lidar com pessoas que fazem muito menos que você, mas ganham crédito e visibilidade como ninguém.

Como resultado, você provavelmente se sente cansada (eu ouvi exausta??), desmotivada, sofrendo para ir trabalhar de manhã. Sem vontade de investir energia para mudar nada, para ir atrás de mais uma tentativa de virar o jogo. Talvez esteja considerando outro trabalho, ou mesmo sair da vida corporativa.

Eu te entendo perfeitamente. Não só passei por isso na minha própria carreira, como vivencio essa situação todos os dias com minhas clientes – e olha que já são centenas. TODAS nós passamos por isso, em alguma medida. O mundo corporativo não é um ambiente natural para nós. É um mundo ainda bastante masculino, dominado por homens. As regras, ditas e não ditas, não nos favorecem. E o que tentamos fazer é navegar nesses mares, criados por eles, para eles, com resultados residuais – não exponenciais, como sei que você tem para entregar.

O que sei também, até por ajudar outras mulheres como você ao longo destes últimos anos, é que seu trabalho é de alta qualidade. Que você se dedica horas a um projeto ou uma tarefa, que pode ficar horas a mais sem pedir nada em troca. Cuida das relações ao seu redor. É uma pessoa íntegra, de princípios e valores elevados. Que tem MUITO talento. Que seus pontos fortes são mais do que incríveis e que, eu aposto, não foram sequer explorados em sua totalidade. Você deve até estar sentindo que precisa trabalhar em seus pontos fracos, para poder subir na carreira. Ter consciência sobre seus pontos cegos, investir neles, certo?

Tenho também a suspeita de que em algum lugar você está até se questionando se está pronta para este trabalho. Que ainda não chegou lá, pois não tem todas as qualificações necessárias. Que precisa fazer mais um curso, um MBA, uma pós, falar mais uma língua. Mas sabe que no fundo, no fundo, nada disso adiantaria, pois você se sente uma fraude. Uma impostora.

E eu vou te parar JÁ. Não é nada disso! Muito pelo contrário – eu te GARANTO: não há nada de errado com você. Há sim um problema, mas não é EM você: é no seu entorno e em como você se comunica com ele.

 

Veja, quando nos damos conta de que o problema não está na gente e sim em COMO nos posicionamos, comunicamos e nos expomos, as coisas começam a mudar. E foi isso que eu saquei ao longo desses atendimentos tão transformadores com mulheres (e, na verdade, com homens também). Não entender EXATAMENTE o impacto das suas atitudes, das suas ações, e do QUÊ você tem comunicado é que podem ser a causa. Não sua competência, habilidades, características (aliás, cá entre nós, por que nós mulheres sempre pensamos que há algo errado com a GENTE e não com o entorno, né? Os homens não pensam assim, tá? Só para compartilhar um segredinho de quem estuda os caras há anos e faz Círculo de Homens até hoje…)

A questão toda tem a ver com entender (e de alguma forma, controlar) como o que você faz impacta quem está à sua volta, incluindo seu/sua chefe, seus pares, superiores, equipe e também clientes e fornecedores. Como seu trabalho é percebido é que faz toda a diferença. E o que vejo é que muitas vezes a gente não sabe como se fazer visível de um jeito positivo, que nos faça ganhar a confiança e reconhecimento de quem de fato importa para nosso avanço.

A chave que você precisa virar é esta aqui: se você quer crescer, é FUNDAMENTAL entender a linguagem típica organização. É isso que fará você quebrar as barreiras que te impedem de crescer e sentir que vale a pena o esforço que dedica a empresa. É também o que vai te fortalecer pessoalmente, uma vez que se sentirá orgulhosa e confiante ao perceber que suas realizações são reconhecidas.

O problema é que esta linguagem, ou melhor, esta língua, não está em nenhum dicionário, nem em nenhum curso de idiomas. Ela é não oficial. Então o que você pode fazer para aprender?

É justamente aí que eu entro. Aprendi, involuntariamente, a conversar nessa “língua” que eu apelidei informalmente de “Corporatês Masculino” e a encontrar meus espaços, realizando projetos incríveis e sendo reconhecida por meus resultados. Posteriormente, quando decidi fazer carreira solo e passei a empreender, continuei estudando maneiras de fazer com que a comunicação fosse o veículo para a fluidez nas relações entre as pessoas, principalmente entre homens e mulheres.

Estudei tanto como funcionam os homens e o universo masculino, para você ter ideia, que fui chamada para compartilhar meu conhecimento num TEDx (chamado Vamos falar sobre os homens?). De lá para cá muita coisa aconteceu: escrevi e publiquei um livro, criei um curso que foi um sucesso chamado Ligue os Pólos, dei muitas palestras e talks em lugares super legais como a Casa TPM e o Festival Path, fui chamada para conduzir treinamentos em empresas e atendi mais de 100 pessoas com resultados muito impactantes em suas carreiras.

Só que a vida não é linear, né? E em 2018, dois dias antes do meu aniversário, fui surpreendida por um diagnóstico de câncer. Pois é. Aconteceu, mas felizmente eu tive uma experiência muito positiva com esta situação. Pude me revisitar, perdoar, me focar em dar a volta por cima e viver. E por isso hoje eu só faço aquilo que me faz sentido, com quem faz sentido.

Me dou ao luxo de me cuidar e me colocar em primeiro lugar. A entregar minha potência, minha experiência, métodos e ferramentas à quem de fato está a fim de lidar com seus próprios desafios e FURAR A BOLHA, de maneira consistente e corajosa.

Sei que você deve ser uma dessas pessoas que entende o que eu digo. Que deseja se fortalecer, crescer e ter orgulho de você, com o devido reconhecimento. Quer exercer uma liderança inspiradora, ter acesso a oportunidades de expressar quem você é autenticamente, em toda sua potência. Só precisa saber por onde começar, certo? Entender qual o caminho, quais passos dar, ganhar clareza e confiança.

 

Faça auto-avaliação que criei, gratuita, vai te ajudar a ganhar consciência sobre qual o próximo passo a ser dado. E, se de fato estiver comprometida a dar um novo rumo para sua carreira, selecione a opção de fazer um bate-papo comigo – que também não tem custo!

Vamos conversar para entender ainda mais suas respostas e explorar possibilidades. O que precisaremos é de 25 minutos e mais nada – te garanto que você sairá com mais clareza e a certeza de que dar o próximo passo na tua vida profissional e quebrar o teto de vidro que te separa do que você merece vale muito a pena.

 

Clique aqui e comece já a virar esta chave!

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